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sexta-feira, 28 de junho de 2013

CVM agora tem EAD - Cursos disponíveis!




Cursos:

  • Estudo das noções básicas do planejamento financeiro pessoal; elaboração de orçamento pessoal; reflexão sobre investimento e poupança; orientação sobre investimentos.

  • Estudo dos conceitos básicos de investimento; análise sobre risco e rentabilidade;conhecimento dos tipos de investimento; orientação sobre direitos e deveres do investidor; estudo dos problemas mais comuns nos mecanismos de proteção ao investidor.

  • Reflexão e estudo sobre conceitos básicos como sociedade anônima, companhia aberta e fechada, capital social, valores mobiliários e CVM; conhecimento das obrigações, deveres e direitos dos acionistas minoritários de companhias abertas.

  • Orientação sobre conceitos básicos de matemática financeira; análise de situações cotidianas; comparação entre juros simples e compostos

    fonte: ead.cvm.gov.br/ava/

segunda-feira, 27 de maio de 2013

EUA reduzem apoio financeiro ao IFRS

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Por Fernando Torres | De São Paulo




Empresas e entidades dos Estados Unidos reduziram em 30% as doações para a Fundação IFRS em 2012. Em termos absolutos, a contribuição de 1,22 milhão de libras no ano passado foi a menor desde 2007, quando a divulgação passou a ser feita pela entidade responsável por manter financeiramente o Iasb, órgão que elabora as normas contábeis internacionais.
Os donativos americanos representaram no ano passado apenas 5% da receita total da Fundação IFRS, em comparação com um percentual que chegou a ser de 12% em 2007 e vem caindo ano a ano desde então.
A redução das doações dos EUA parece um reflexo da falta de engajamento do país em relação ao processo de convergência para um único padrão contábil global, que está cada vez mais próximo de ficar só no mundo das ideias.
Em 2011, a Financial Accouting Foundation (FAF), que mantém o Fasb, órgão responsável pela normas contábeis dos EUA, doou 300 mil libras para ajudar a manter o Iasb. No ano passado, o repasse não se repetiu.
Como resume bem um dos ditados preferidos dos profissionais de investimento - "Put your money where your mouth is" -, se a pessoa realmente acredita no que fala, ela deve estar suficientemente confiante para arriscar seu próprio dinheiro naquilo que defende.
Nesse caso, a redução da verba doada por empresas e entidades dos EUA apenas acompanha a mudança no discurso de autoridades que ocorreu principalmente ao longo de 2012.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Como encontrar Demonstrações Contábeis das S.As

Como já alguns já sabem, em minha dissertação utilizei o sítio da Bovespa para capturar as informações sobre os relatórios financeiros das empresas de capital aberto brasileiras.
Mas, há outros dois sítios que também apresentam as demonstrações contábeis das S.As no Brasil.
Este vídeo mostra o passo a passo de como encontrá-las!

Link: http://www.youtube.com/watch?v=Egq415fgC7Y



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Companhias abertas dos EUA rejeitam rodízio de auditorias

 
 
As autoridades de supervisão das empresas de auditorias dos Estados Unidos abriram o debate sobre a implementação do rodízio obrigatório de auditorias, mas enfrentam uma severa resistência das maiores companhias de capital aberto locais. Segundo pesquisa da BDO Internacional, 68% dos membros de conselhos de administração das S/A´s são contrários à medida, que já existe no Brasil desde 1999.
 
A pesquisa envolveu representantes de 72 grandes empresas com receita bruta anual de US$ 250 milhões a US$ 750 milhões. Do total de entrevistados que rejeitam o rodízio, 78% também se opõem à obrigatoriedade de concorrência para a contratação de uma auditoria externa. “Para esses conselheiros, a análise dos demonstrativos financeiros é comprometida pela constante mudança de auditorias, que não se mostram familiarizadas com a realidade de cada corporação”, avalia Raul Corrêa da Silva, presidente da BDO Brazil. 
 
Já entre os favoráveis ao rodízio nos Estados Unidos, 55% sugerem a troca de auditor depois de cinco anos, 36% depois de sete e 5% após uma década. No Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários manteve o rodízio a cada cinco anos até o ano passado, quando implementou uma nova instrução que elevou o prazo para dez anos. 
 

Pequena empresa ganha acesso ao mercado de ações



A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) encontrou uma forma de facilitar a captação de recursos por empresas de pequeno e médio portes com a emissão de ações, sem alterar a legislação ou a regulamentação. A autarquia deve anunciar hoje que decidiu dispensar essas companhias da obrigação de oferta pública, desde que atendam a alguns requisitos.

Na prática, as empresas poderão vender seus papéis na bolsa por meio de um simples leilão. Deixa de ser necessária a confecção de prospecto, bem como a realização de apresentações nacionais e internacionais a investidores, e também algumas publicações legais pertinentes às ofertas públicas. Essas dispensas poderão ser usadas por companhias que tenham receita bruta anual de até R$ 300 milhões ou ativo total inferior a R$ 240 milhões.

O benefício só será válido para operações inferiores a R$ 150 milhões e a colocação será destinada apenas a investidores qualificados. Os pequenos investidores só poderão negociar com essas ações 18 meses após a distribuição. Também será obrigatório que a empresa já seja companhia aberta listada em algum dos segmentos diferenciados de governança corporativa.

Luciana Pires Dias, diretora da CVM, disse ao Valor que essa não é a única frente de estudo para estimular o acesso ao mercado por empresas de menor porte. Ela lembrou que a autarquia integra um grupo de trabalho, em conjunto com a BM&FBovespa e diversas outras entidades. "Quem sabe essa é uma parte da solução que o próprio mercado nos trouxe", disse.

A CVM tomou a decisão de conceder algumas dispensas a empresas de pequeno e médio portes após consulta feita pela corretora XP Investimentos, junto com o escritório de advocacia Mattos Filho, Vega Filho, Marrey Jr. e Quiroga.

Paulo Gouvêa, executivo da XP que participou desse debate, acredita que a iniciativa abrirá oportunidade de mais empresas se financiarem com ações, por meio de captações menores. "Esse é o feijão com arroz de todos os outros mercados no mundo. Só aqui é que temos exclusivamente grandes operações". A BM&FBovespa é 9ª colocada em valor de mercado, em termos globais, mas a 26ª em número de companhias listadas.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Empresas já valem menos na Bolsa que o patrimônio

Incerteza regulatória afeta ações de elétricas



Investidores acham que 3 em cada 10 empresas elétricas negociadas em Bolsa valem menos do que o declarado em seus balanços.
Dados da consultoria Economática mostram que 10 entre 31 companhias do setor têm valor de mercado (que é determinado pelo preço de negociação de suas ações) inferior ao patrimonial.
O caso mais extremo é o da Eletrobras, que era cotada ontem por pouco mais de 10% do valor patrimonial (que é a medida de quanto vale uma empresa, considerando a soma de seus ativos e descontando suas dívidas).
O valor de mercado da estatal e de outras elétricas (como Ceb e Ceee-GT) já era inferior ao patrimonial, mas essa relação tem piorado.
Elétricas que apresentavam valor de mercado superior ao patrimonial, como Cesp e Eletropaulo, também sofreram forte deterioração nas últimas semanas.
"O modelo regulatório do setor ficou menos previsível", diz Frederico Sampaio, chefe de renda variável da Franklin Templeton.
"Sem previsibilidade, os investidores fogem do setor", diz José Luis Carvalho, sócio de energia da KPMG.
Segundo Sampaio, o valor de mercado inferior ao patrimonial indica que o investidor espera que o retorno da empresa será inferior ao seu custo de financiamento.
 

 Fonte: Folha de S.Paulo 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Câmara aprova projeto que exige detalhamento de impostos em nota fisca



O Plenário aprovou nesta terça-feira (13) o Projeto de Lei 1472/07, do Senado, que obriga os comerciantes a colocarem nas notas fiscais o valor dos tributos incidentes sobre os produtos e serviços vendidos. O objetivo é detalhar para o consumidor a participação dos impostos na composição do preço das mercadorias, regulamentando determinação constitucional. O projeto será enviado à sanção presidencial.

O texto original foi apresentado no Senado pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL), mas decorre de uma iniciativa popular com 1,56 milhão de assinaturas coletadas pela campanha nacional De Olho no Imposto, que reuniu profissionais de todos os setores e foi conduzida pela Associação Comercial de São Paulo.

O deputado Guilherme Campos (PSD-SP), que foi relator do projeto pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, disse que a medida mudará a relação do consumidor com o imposto no País. "Está despertando, na população, o sentimento de pagador de imposto. Saber que, em cada transação, por mais cotidiana que seja, está pagando imposto: na hora que vai ao supermercado, posto de gasolina, que vai fazer sua refeição, está pagando, e muito, imposto."

A identificação do total de tributos que está sendo pago será feita na nota fiscal. O descumprimento dessa regra sujeitará o estabelecimento comercial às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), como multa, suspensão da atividade e cassação da licença de funcionamento. A informação também poderá constar de painel afixado em local visível para cada mercadoria ou serviço.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Secretaria da Micro e Pequena Empresa é aprovada na Câmara



A Câmara dos Deputados aprovou ontem, 7, o projeto de lei nº 865/2011 que cria a Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa, que terá status de ministério. A proposta, de autoria do Palácio do Planalto, recebeu 300 votos a favor e 45 contra e 1 abstenção. O texto segue agora para análise do Senado.

De acordo com projeto, o novo órgão irá coordenar as políticas e formular os programas para as micro e pequenas empresas. A secretaria terá o papel, entre outros, de auxiliar na formulação, coordenação e articulação de políticas e diretrizes para o apoio à empresa de pequeno porte e artesanato, ao cooperativismo e associativismo urbanos e ao fortalecimento, expansão e formalização das micro e pequenas empresas.

Serão transferidas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para a nova secretaria as competências referentes a microempresa, empresa de pequeno porte e artesanato. Do Ministério do Trabalho sairão para o novo órgão as competências referentes ao cooperativismo e associativismo urbanos.

Bandeira da Fenacon – nos últimos tempos essa foi uma das grandes defesas do Sistema Fenacon, por entender a grande importância do segmento para a economia do país. “Acredito que a criação dessa secretaria será essencial para termos políticas públicas voltadas especificamente para as micro e pequenas empresas. A nossa expectativa agora é que o texto seja aprovado o quanto antes no Senado Federal”, afirmou o presidente da Fenacon, Valdir Pietrobon.

Fonte: Fenacon Notícias